Goiânia, 09 de Junho de 2017

Carta aos Cônjuges,

Queridos casais, a paz e a graça do nosso Senhor Jesus seja sobre a vida de vocês e de todas as suas famílias.

Enfim chegamos a mais uma reunião de nosso Ministério VISANDO O BEM DO OUTRO. O mesmo nasceu em nossos corações, vindo de Deus (cremos), com o intuito de servir as famílias e conforme professamos que as mesmas vivam o texto do Evangelho de João que diz: “…eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.” João 10:10b.

O contraditório entre a “vida abundante” e aquilo que vivemos é enorme. Não é estranho afirmar que todos, sem distinção, sofremos e vivemos algum tipo de crise em nossas relações matrimoniais.

O que fazer quando aquilo que queremos, sonhamos ou achamos que merecemos é completamente contrário daquilo que vivemos? É necessário primeiramente elencar alguns passos para que possamos compreender… 1.O que vivemos?, 2.Qual a causa do que vivemos? E 3.Como mudar (resolver) o que vivemos?

         No que condiz ao que vivemos, novamente digo que infelizmente não é estranho que em nosso meio há muitas situações que não nos orgulhamos tais como brigas, mágoas, traições, agressões, disputas, situações extremamente vergonhosas para qualquer que seja a família, ainda mais uma que leva o santo nome de Cristo. Tendo esta triste realidade constatada de que vivemos muitas vezes pior do que aqueles que não professam a mesma esperança que nós, somos levados a identificar a causa. É preciso que o inimigo seja nominado para que possamos guerrear contra ele.

         Muitos séculos antes de Cristo o profeta disse que o povo de Deus estava sendo destruído porque lhe faltava o conhecimento de Deus (Oseias 4:6). Vemos ainda hoje esse mesmo povo passando pela mesma destruição por causa da mesma falta. Sim! Quando vemos que em nossas casas a básica comunhão com Deus nos falta, aquilo que podemos chamar de simples leite espiritual, não assumimos a culpa disto? Devemos assumir nossa culpa, pois quando se passa mais de 90 minutos vendo um jogo de futebol, vários capítulos de diferentes novelas, ou filmes e séries, não estamos dizendo com nossas atitudes que em nossas vidas há tempo. Sem citar, já citando, as intermináveis horas gastas nas redes sociais, muitas delas causas de muitas crises em nossos lares. Quando deixamos de buscar e servir a Deus, cedemos lugar a uma criatura reconhecidamente incompetente para governar vidas, o chamado primeiro Adão, que é a representação do homem sem Deus, que vive segundo suas próprias escolhas e sofre as consequências das mesmas. Quando o primeiro Adão governa, não espaço para que o Espírito de Deus haja, em contrapartida há muitas feridas, pois o primeiro Adão¸ não quer viver uma vida que Deus agrade. É ‘normal’ que então se encontre, cito novamente, mágoas, brigas, mentiras, traições, infidelidade, dor, falta de perdão, pois tudo isso caracteriza o homem sem Deus!

         Isso nos leva a última pergunta: Como mudar isso?

         Se a causa (por mais que não justifique, mas explique) de todas as guerras que vivemos seja a falta de Deus ou o afastamento dEle, não seria a solução o contrário disto? Sim!

         Se há em nossas relações a infidelidade precisamos experimentar a fidelidade de Deus e com ele aprendermos a ser fiel em todas as nossas relações.

         Se há em nossas relações a mentira, não seria o caso de aprendermos com o Senhor, que se apresenta a nós como A Verdade e em sua lei nos ensina a falar a verdade, de mudarmos o nosso modo de falar e viver?

         Se há em nossas relações brigas, guerras o império do orgulho, não seria o caso de olhar para Cristo e aprender com sua humildade e conselho de dar a segunda face?

         Se há em nossas relações a falta de Perdão não deveríamos olhar para Cristo que concede a todos que com coração arrependido o busca?

         Finalizo citando Paulo que diz:

         De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que há em Cristo,

         Parafraseando… De sorte que haja em vós Cristo,

No amor de Cristo,

Pr. Alessandro Rocha

Pastor da ICJBV

Carta aos Cônjuges – Por: Pr. Alessandro Rocha
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